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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Para Fazer A Melhor Redação


Devido a muitas dúvidas de colegas e de pessoas que desejam fazer vestibular, mas não conseguem passar principalmente em redação, decidi colocar um pouco do que aprendi. Tentei colocar o que há de mais importante aqui. Espero ter ajudado. Bom proveito a todos.

São Três os Tipos de Redação

Descritiva, Narrativa e Dissertativa

A descritiva serve para traduzir com palavras aquilo que foi visto e observado. Existem dois tipos de descrição:

Descrição denotativa – quando a descrição é objetiva, clara, direta, sem metáforas.

Descrição conotativa – é o contrário da conotativa, ela é literária, usa-se o sentido simbólico, retratando uma realidade além da que está vendo. Se fosse o caso de descrever uma cadeira, você à descreveria além do que vê. Não será descrito somente como uma cadeira com pernas e assento é muito mais, um lugar para relaxar, descansar, sonhar. Vai além da realidade concreta.

A narrativa é narrar, contar, elaboração de textos relatando acontecimentos. O que se torna importante numa narração é contar o que de fato aconteceu. Usar o fato como elemento central da redação.
A dissertação geralmente é a mais usada em faculdades e concursos públicos então vamos agora entrar em detalhes.

Dissertar é desenvolver um assunto, expor idéias, esclarecer, defender princípios e tomar posições.

Muita coisa? Calma!

É simplesmente para analisar um assunto, para isso você deve ter conhecimento sobre ele ( o assunto). Por isso a grande necessidade de ler, jornais, revistas e principalmente livros para que se obtenha este conhecimento. Não é necessário que se saiba tudo, mas, de tudo um pouco.

A dissertação baseia-se em três partes, são elas:

Introdução – nela você vai apresentar o assunto.
Desenvolvimento – lá você discute a proposta.
Conclusão – você deve tomar uma posição, dar uma solução para o assunto, se baseando na Introdução.
Com estas três partes você cria a sua redação

Não entendeu?
Então vamos nos aprofundar.

Lembram-se do famoso: Cabeça, Tronco e Membros? Pois é aqui também é assim.

Introdução – Cabeça – entra no tema proposto. Deve ser objetiva e simpática. Não precisa ser longa. 3 linhas já são o suficiente. Fale sobre o tema e não tenha medo de usar as palavras ou parte delas, contidas no mesmo.
Obs.: A redação só começa pela introdução, nunca pelo título ou tema, por isso pode-se usar o tema ou título na introdução no começo da redação.

Desenvolvimento – Tronco - é o corpo da redação. É aqui que aparecem as idéias é a parte mais longa. O corpo é sempre maior que a cabeça e os pés.
Para o desenvolvimento basta 3 ou 4 parágrafos.

Cuidados essenciais!

Você só pode começar a escrever quando tiver certeza das idéias, o que e sobre o que você vai escrever.
O importante é que as idéias sejam expostas mesmo sendo poucas. Muito cuidado para não sair do tema, este é um dos perigos e o que mais ocorre. Não escreva demais para quem estiver lendo não se cansar. Evite uma redação confusa cheia de argumentos diferentes. Faça um rascunho e releia eliminando os excessos, colocando apenas o que julgou ser importante ressaltar.

Cuidado com gírias repetições de palavras não são bem vindas.
Geralmente pede-se redação de 20 ou 30 linhas.

Conclusão – Membros/Pés – basicamente 3 a 4 linhas já concluem a introdução. É a terminação da redação. Resume o que foi apresentado na redação, você toma uma posição, dá uma resolução ao problema apresentado. Você pode retirá-la de sua melhor idéia e coincidir coma introdução. O valor de sua redação está sobretudo na introdução e na conclusão.

Algumas informações básicas:

Sua redação precisa ser clara, ter um bom visual e harmonia.;
Estude pontuação e acentuação;
Nunca use por exemplo: “a boca dela”, “ para mim ir”.

Mais a dificuldade continua?!

O início da redação pode ser com uma pergunta, uma frase sobre o tema, uma citação ex.: O assunto sobre... pode ser analisado a partir...
Inicie falando sobre a ela mesma, sobre o título sugerido. Não precisa inventar nada, ele já está lá a sua disposição.

Para desenvolver utilize dados estatísticos, justificativas, exemplos e comparações.

A conclusão bem feita pode ser taxativa, sugestiva, ligue-a ao tema proposto questionando e dando uma solução.

Pronto?
Agora leia bastante se ligue nos fatos e pratique. Faça rascunhos de redação. Escolha você mesmo um tema da atualidade e produza sua redação. A prática é a melhor aliada no aprendizado. Com certeza você não irá se arrepender é o primeiro passo para o sucesso em qualquer redação.
Você sairá otimista e confiante.

Na dúvida pergunte. Estamos prontos a lhe ajudar.

Dani.

VAMOS RELEMBRAR O QUE SÃO SINÔNIMOS, ANTÔNIMOS E HOMÔNIMOS

Sinônimo = palavra que tenha significado idêntico ou muito semelhante à outra.

Ex: carro/automóvel - cão/cachorro
Fazem parte da mesma categoria gramatical, tem os mesmos sentidos e formas diferentes.
O conhecimento dos sinônimos é importante em relações, para que não haja repetições de palavras.

Ex: após/depois - rosto/face - reservar/guardar
bonito/belo - gesto/paladar - esconder/encobrir

Em fim sinônimo é a maneira de se dizer alguma coisa de mesmo sentido usando termos diferentes.

Antônimos = palavras com significados opostos ou negativos.

Ex:Ordem/anarquia - mal/bem - simpático/antipático - ativo/inativo - simétrico/assimétrico crente/ descrente - doce/amargo - seco/molhado - rir/chorar
Ou seja: é o oposto ou inverso a outro.

Homônimos = palavras que tem mesma pronúncia, e às vezes a mesma grafia, mas tem significados diferentes. Veja: Como vai você? / Eu só como frango assado.

Quando possuem a mesma escrita chamam-se homógrafas; quando possui a mesma pronúncia chamam-se homófonas.

Ex: sede/sede = homógrafos
assento/acento = homófonas

sábado, 8 de maio de 2010

Eu Cumpro Com Meus Deveres e Por Isso Tenho Meus Direitos


SAÚDE

É assim mesmo?
Vejamos.
A precariedade em hospitais públicos, ainda não chegou ao seu limite.
Desde quando há governo neste país?
Desde quando nós pagamos impostos altíssimos?
Não precisamos nem entrar, de fora mesmo já nos sentimos num ambiente imundo. Se quiser entrar, preparem-se. As cenas a cada passo são de terror, impotência e náusea, diante do verdadeiro quadro de descaso do governo com relação à saúde pública.
Pessoas gritando por socorro nos corredores, na entrada e perdendo seus familiares em filas ou em salas de espera, ou mesmo no meio do caminho para o “hospital” mais próximo, pois o que ele se encontrava não havia vaga.
Um mau cheiro insuportável, pela falta de limpeza adequada no estabelecimento, médicos faltando, os que restam assinam presença, mas não comparece, entrega de fichas desorganizada, detalhe: fichas ainda de papel, numeradas à caneta.
O que acham que somos para nos jogar às moscas?
Os maus tratos das enfermeiras e das atendentes estressadas são constantes.
Quem realmente deve ser o paciente?
Pede-se uma informação e não sabem dar, ou por não saber ou por má vontade.
Existem países em que os hospitais públicos são freqüentados até por autoridades, pessoas com grande poder aquisitivo.
No nosso Brasil, o nosso dinheiro vai para...?...?
Aqui no Brasil falou em estabelecimento público é motivo para ter medo.
Quando há um médico bom na área, este se depena para atender, quase todos ali presente. Muitos são mandados embora por não haver mais vagas. Não há como transferir, pois não há ambulância.
Que tristeza diária na alma.


Dani

quinta-feira, 6 de maio de 2010

A importância da alimentação para o nosso corpo


Parte II

Alimentos como sanduíches, hambúrguer e batata frita fazem mal por serem ricos em “gorduras ruins” (gorduras saturada, gordura trans e colesterol), sal e açúcar.
Seu consumo em excesso aumentará o risco para o desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes mellitus e doenças do coração.
Existem alguns tipos de gorduras: gorduras saturadas (frituras, manteiga, salgadinhos, hambúrguer), colesterol alimentar (gordura das carnes e bacon) e gorduras trans (biscoitos recheados, sorvetes, sobremesas e recheios industrializados). Gorduras insaturadas (boas) devem ser consumidas: azeite de oliva, abacate, castanhas, amendoim, chocolate meio amargo ou amargo.
Se o queijo for rico em gorduras saturadas e sódio (sal), conhecidos como “queijos amarelos”, como, por exemplo, queijo lanche, queijo cheddar, queijo cuia e queijo parmesão (queijo ralado), o consumo excessivo poderá aumentar o risco de doenças cardiovasculares (doenças do coração).
Os melhores queijos são:
Ricota, queijo mussarela e queijo minas.
Por estar em fase de crescimento, a criança deve comer alimentos de todos os grupos: frutas, hortaliças, cereais, leite e seus derivados e gorduras. Tudo com total moderação.

Fonte:Jornal A Tarde, Amanda Valente, Nutricionista

A importância da alimentação para o nosso corpo

Parte I

Todos nós aprendemos desde a escola na aula de ciência e biologia que se não cuidar-mos do nosso corpo ele começa a apresentar defeitos, como um celular sem bateria.
Enumerei algumas partes do corpo humano que julgo ser bastante importantes para começar, a saber, que tipos de alimentos podemos ingerir diariamente. São eles:
Dentes – contem uma parte resistente chamada esmalte branco, que não tem células nem vasos sanguíneos, e por isso, ele não se repara sozinho, caso sofra algum dano. Ingerir alimentos ricos em cálcio ajuda a conservar nos dentes.
Cérebro – controla todas as atividades do corpo e possui cerca de 86 bilhões de neurônios (células nervosas) divide-se em dois: o lado direito, ligado à criatividade, e o esquerdo, de linguagem lógica. As células do cérebro precisam de muita glicose. Ingerir diariamente carboidratos, como pães e biscoitos integrais, massas e raízes.
Coração – tem dois lados, com duas câmaras em cada um. O lado direito bombeia sangue para o restante do corpo. As gorduras boas fazem bem para o coração, porque controlam a pressão arterial (quantidade de sangue que é bombeada pelo corpo) e evitam o “entupimento” das veias e artérias.
Pulmões – bem na área central do sistema respiratório estão nossos pulmões, dois órgãos esponjosos que são responsáveis pela troca do indesejado dióxido de carbono pelo oxigênio. O nosso coração é cercado pelos dois pulmões. O movimento de entrada e saída de ar chama-se inspiração e expiração.
Estômago – nele, o alimento engolido e armazenado. Dentro do estômago, milhões de glândulas gástricas liberam um líquido, o suco gástrico, cheio de ácidos e enzimas que ingerem as proteínas do alimento. Uma chamada de muco evita que o estômago seja digerido. Se nós passarmos muito tempo sem se alimentar (três horas é o limite), o suco gástrico pode “corroer” as paredes do estômago.
Rins – temos dois rins, que liberam urina para a bexiga. Lá fica guardada até que se sinta a necessidade de liberá-la pela Uretra (um canal que sai dos nossos órgãos genitais). O rim filtra nosso sangue e libera as impurezas do corpo. Alimentos ricos em sal comprometem o funcionamento dos rins.
Fígado – os dois órgãos liberam juntos a bile e o suco pancreático, substâncias indispensáveis para a digestão. Não ingerir muito açúcar, por causa da diabetes mellitus, que se desenvolve quando o pâncreas não consegue mais produzir insulina. As gorduras ruins também podem afetar o fígado.
Intestinos – nós temos dois: o grosso e o delgado (fino). Neles, são digeridos os carboidratos, as gorduras e as proteínas não absorvidas pelo estômago. O intestino delgado é a parte mais longa e importante da digestão. O intestino grosso, mais curto, forma e elimina as fezes. Comer fibras ajuda na digestão e eliminar fezes.

Fonte: Jornal A Tarde, sábado, 24/04/2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Mais atenção com o REDA


REDA - Regime Especial de Direito Administrativo.
Aplica-se uma prova teórica, uma prova prática e uma entrevista com direito a várias dinâmicas de grupo e treinamentos rigorosos até que o cidadão seja contratado.
Contrata, coloca o emprego "temporário" nas mãos do trabalhador que tem que cumprir sua carga horária e cumprir com suas obrigações administrativas normalmente.
Apesar de ter sido criado para contratações de urgência, muitas empresas públicas estão fazendo uso deste sistema de contratação sem que realmente haja uma necessidade de contratação em massa e com urgência.
Dois anos depois pode ser ou não renovado este contrato.
Antes era de quatro anos para renovar por mais quatro, totalizando oito anos. Hoje são dois anos, renovando por mais dois, totalizando apenas quatro anos de serviço. Isso se não decidirem lhe mandar embora antes do término do contrato, como se você não prestasse mais.
É claro que não irá fazer tanta diferença, porque quem trabalha como REDA, independente de sair antes ou no prazo determinado e de cumprir os mesmos trabalhos de quem é concursado ou contratado de carteira assinada, não terá direito a seguro desemprego ou mesmo tão sonhada carteira assinada. E outros muitos direitos conquistados pelos trabalhadores. Simplesmente deixa o seu emprego como diz o ditado: “com uma mão na frente e a outra atrás”.
Sugiro àqueles que trabalham no REDA, que guardem bem o seu dinheiro, pois até achar outro emprego, temporário ou não, vai precisar dele.
Não nego que o REDA dá a chance do primeiro emprego, só devemos abrir nossos olhos para que esse regime não seja usado definitivamente como concurso. Já pensou?

Dani

sábado, 1 de maio de 2010

Juventude x Violência Urbana

Os dados a baixo descritos foram retirados de um boletim elaborado pela UNESCO, Ministério da Justiça/PRONASCI e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

PARTE I

A relação entre juventude e violência estão cada vez mais ligadas, principalmente no Brasil, onde foi confirmado ter os maiores índices de homicídios do mundo e onde a taxa de urbanização ultrapassa os 80%.
Estes são números realmente preocupantes, mostram como os jovens estão vulneráveis necessitando um maior conhecimento sobre segurança pública.
Quase um terço da população jovem pesquisada sofre constantimente com a violência no seu dia dia. Trata-se de um dado alarmante quando se leva em conta que, segundo outras pesquisas realizadas a taxa brasileira de homicídios de 27 por 100 mil habitantes coloca o pís na 4ª posição disputando com 84 países. Quando o foco recai sobre a população jovem (15 a 24 anos), o Brasil sobe para a terceira colocação no ranking internacional, com uma taxa de homicídios de 51,7 por 100 mil habitantes. Especialistas apontam ainda que as taxas de homicídios entre jovens subiram de 30,0 em 1980 para 51,7 (em 100 mil jovens) em 2004, enquanto as taxas para o restante da população apresentaram uma pequena queda, passando de 21,3 para 20,8 (em 100 mil habitantes). Isso sem contar os níveis de exposição à violência de jovens.
Estudos sobre a violência letal no Brasil demonstram também que há uma desigualdade da distribuição desses homicídios, sugerindo a existência de uma geografia da vulnerabilidade, onde Rio, Pernambuco, e Espírito Santo são responsáveis por mais de metade dos homicídios de jovens que ocorrem no brasil. A análise da distribuição dos homicídios por parte dos municípios conclui ainda que 10% dos municípios brasileiros concentram 81,9% das vítimas de assassinato na faixa etária de 15 a 24 anos. Isso demonstra a existência de uma grande concentração da violência, sobretudo nos municípios com mais de 100 mil habitantes.

Juventude x Violência Urbana

Texto IV

A violência, enquanto menifestação, é considerada como mais abrangente do que apenas a questão criminal e envolve aspectos ligados às condições socioeconomicas e demográficas. Dessa forma, naquilo que diz respeito especificamente à área da segurança, essa postura exige que sejam pensadas extratégias que compreendam as políticas de segurança pública como bem mais amplas do que somente a atividade policial, num ciclo que contemple prevenção e repressão como duas faces de uma mesma política.
Porém, destacam-se, as políticas até pelos resultados do levantamento realizados pelo Datafolha e que indicam uma tensa relação entre policiais e jovens, são peças-chave das políticas sociais.
Junto com os municípios, as polícias precisam considerar as especificidades territoriais e adotar estratégias de aproximação com a população.
Obs: O risco e histórico com violência de jovens de 12 a 29 anos é de 30,3%;
Risco de jovens com baixo nível de riscos e histórico em relação à violência - 69,7%, ou seja presença constante da violência em quase 1/3 da população jovem.
Observem agora o grau de facilidade de obtenção de arma de fogo, 31% dos entrevistados tem essa facilidade a pesquisa foi feita pelo Instituto de Pesquisas Datafolha. E mais Metade da população jovem declara presenciar violência policial, sendo que cerca de 11% dizem que esse tipo de violência é comum.
a mobilização da população chega a ser essencial no sentido de cobrar dos governantes, mais segurança e sobretudo, mais interesse em fazer política para a sociedade. Escutamos muitas promessas e o tempo de agir está passando.
Perdemos tempo demais, se nós o povo não reagirmos a tudo isso só tende a piorar, precisamos investir mais em educação e menos em panfletos com números de candidatos.

Visitantes Recentes

Enquanto houver Jesus no coração, haverá Sorrisos, palavras de Carinho, gestos de Amor, Solidariedade e Respeito. Assim, sempre existirá o Natal.

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