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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Vergonha Brasileira - Parte I




Eu dividi esta postagem, em duas partes, assim, podemos lêr sem que ela fique massante e podemos nos orientar melhor com cada palavra dita. 

Segundo os estudiosos da área, logo o Brasil a sexta economia mundial, mas estamos em 84º lugar em desenvolvimento humano. Humano, ou seja, a parte mais interessada. 


Este índice de 84º lugar é o Índice internacional que mede o Desenvolvimento Humano de 187 países. O ranking do IDH das Nações Unidas desmascara algo que nós já sabemos, afinal, já conhecemos o nosso país e não é de hoje. Ainda assim existe a maioria que não faz questão de enxergar.

 
Bolsas do governo reduzem a miséria a curto prazo, ajudam a eleger presidentes, dão a milhões de pobres acesso a geladeira, televisão, fogão e carro. Elogiável. Mas esmolas não dão dignidade a longo prazo, não mudam o futuro do Brasil. Sabe-se que comparado aos velhos tempos do Brasil, houveram, sim mudanças na vida das pessoas, mas dar o peixe já tratado e frito gera outro problema grave, o comodismo.

Educação e saúde é o que muda um país e isso é fato. Porém até hoje não são prioridades. Por isso a renda continua tão desigual. Por isso temos 19 “hermanos” da América Latina à nossa frente.
Isso não é um problema só do PT nem só de Lula ou Dilma. O Brasil fechou os olhos historicamente à desigualdade. Elegeu um metalúrgico na esperança de virar o jogo. Sonhávamos com avanços sociais muito maiores. Nós, contribuintes, que já pagamos impostos escorchantes, ajudamos Lula a transferir um pouquinho de renda para miseráveis que ganham de acordo com o número de filhos. Isso não parece receita de vida sustentável.
Aumentamos o número de crianças e adolescentes na escola, sim. Os anos de escolaridade também. Falta muito. Mas já descobrimos que sete anos de escola no Brasil não ensinam o mesmo que na Argentina ou no Chile. Não garantem que a criança aprenda a ler e a escrever direito ou a fazer contas simples de matemática.

Poderia até chamar isso de "pressa em formar cidadãos mau educados, em termos de escolaridade.


 
É falta de educação mandar Lula tratar o câncer no SUS. Qualquer pessoa não comum evita as filas, o descaso e o despreparo da saúde pública no Brasil.
O debate ferveu. Na internet, antipetistas destilaram ódio. A rede de proteção a Lula foi acionada. O ex-presidente não é o único a sofrer com a falta de compostura de internautas. Todo mundo sabe – até o Chico Buarque – que a blogosfera é fértil em ofensas anônimas de todo tipo. Lula não é um coitadinho especial. A difamação virtual é um hábito covarde e aleatório. Quem fez campanha contra Lula num momento tão vulnerável demonstra baixo IDH.
Logo seremos a sexta economia mundial, mas estamos em 84º lugar em desenvolvimento humano. É inaceitável

Existem países que não sabem o que é hospital particular, porque o público é que serve para todos, sejam ricos ou pobres freqüentam o mesmo ambiente por serem estes os muito bem equipados e com médicos excelentes.

Também é falta de IDH um presidente afirmar que “o Brasil não está longe de atingir a perfeição no tratamento de saúde”. Foi o que Lula fez, numa de suas gafes verborrágicas, em 2006. Pode parecer provocação para os que morrem buscando um leito nas emergências de hospitais. Pode parecer insensibilidade para quem mofa deitado no chão, nos corredores de hospitais. Esperam por meses uma cirurgia. Com fraturas ou infecções. Não há maca, não há médicos, não há vaga, não há vergonha na cara de um país que despreza e mata seus velhos por negligência. Eles têm a mesma idade do ex-presidente Lula, o pai dos pobres. Lula poderia ter dito apenas que, em seu governo, a Saúde melhorou – e não estaria mentindo. Talvez tivesse sido poupado da fúria virtual.
Se vocês verificarem o que diz o sistema do SUS entenderiam que nós em termos de saúde pública somos os melhores, é lindo ler a política do SUS, eu disse ler, mas deveríamos ver e isso parece estar longe, talvez devido a alienação.




 


Texto adaptado por Dani Sans, retirado da Revista época, 05/11/11.


Um comentário:

  1. É até um acinte e um deboche dizer que existe saude pública no Brasil.
    Não existe. Sempre que precisou de atendimento, minha filha precisou recorrer à policia, à secretaria de saude do municipio e a ameaças de chamar a radio local. Ou seja, é tão estressante precisar de saude pública que qualquer quadro clínico se acentua desnecessariamente.
    Pão e circo, ilusionismo puro.
    Um grande beijo, Dani.

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